Lena no meio da branca, da castanha, recita declarações de amor. Coisas como que, formatadas, da adolescência, da escola, onde agora me encaixa.
E pára, como que, me espera e, recomeça. Procura uns postais, volantes, que andam pelas estantes e escreve.
Também pego num. Por um momento, espero que, da minha pesada cabeça, coquinada, surja algo. Por fim, desenho, em estilo gráfico, uma oferta de um balão em forma de coração, ele e ela, com camisolas a L e r estampadas, e um balão das falas «há muitos corações, mas o meu só a ti pertence, L!».
[Outra branca noite, colorizo a ideia; r meets L, r loves L .]