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Arquivos por Categoria: should I stay or should I go

Darling you gotta let me know | Should I stay or should I go? | If you say that you are mine | Ill be here till the end of time
So you got to let know | Should I stay or should I go? |
Always tease tease tease | Siempre – coqueteando y enganiando | You’re happy when Im on my knees | Me arrodilla y estas feliz
One day is fine, next is black | Un día bien el otro negro | So if you want me off your back | Al rededor en tu espalda
Well come on and let me know | Me tienes que desir | Should I stay or should I go? | Me debo ir o que darme

9 e 28:
Dá-me lume! Silêncio.
Fumo e fogo. _ Ouro.
Flor – veia: _ Amo-te: A minha linha na mão é obscura.

14 e 17:
Em caos em êxtase o deejay, a vila vida global,
desintonizado, numa radial terra de ninguém perguntava-te
ao ouvido: Amas a tua alma?

15 e 34:
Àquela terra (em nome de): – Mineral vegetal
aos homens de pedras; às flores, de mulheres.

15 e 39:
Era.

Zero.
Ah oh yaaaaaaaa há, há, há hee! Hee!

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Cuspo na lua

Cuspir na lua, outrora.
Outrora cuspi na calçada
defronte.
Defronte à esquadra.
- Já não, mas hoje…
À primeira hora
cuspo na lua,
cuspir na lua.

(…)
Ah!
Vou caminhar e desenhá-la.

(…)
Atravessar a rua.

(…)
Já não.
Há uma árvore em frente.

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…e os ofendidos só chegaram às três da manhã, e
eu já estava noite dentro noite fora, e
o meu rapaz pulmão herói já estrebuchava.

quero ar, respirar.

não me venhas assustar,
não me venhas ultrapassar,
que eu sei que estás aí, por favor

quero ar, respirar.

não me digas o que tenho de fazer,
deixa-me descobrir e ser avara do mar,
talvez, gentilmente, eu só queira te amar,
e usar nossas benditas vogais a e i …

ou, quero ar respirar,
quero ar, respirar,
e, tão bem… ficar.

mais um domingo


o visitante que chega, os outros que se abrem à manhã;
o maço de tabaco que se acaba, o cigarro que outro acende;
o almoço, a mesa cheia de fumo e bebida, a exposição que se visita, as pessoas que se encontram;
a partida, os vídeos na tv;
o filme que se não vai ver, o dinheiro que se pede emprestado;
as lindas miúdas, a luz nas ruas, a música calma que se escuta, a noite que chega;
o não saber que fazer, as escolhas;
o fall of an angel nos headphones, a bic fina que escreve;
as fotos que se espalham na mesa, a personagem do filme da meia-noite que se recorda;
o tédio, o mais-um cigarro na boca;
o este-dia que se acaba, o que hei-de fazer na semana;
o como hei-de acabar, o que fica por revelar, a cassete que se volta, o, puxa, quero acabar. Isto.

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Untitled 1

Untitled 3

Untitled 2

1983 Untitled4

Lizard

1984, Campo de Ourique

Campo de Ourique, Lisboa, 1984

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